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Rainha das Rainhas: história de beleza e fantasia

Conheça um pouco da história de um dos maiores concursos de fantasia do Brasil


Por: Portal ORM* Em 17 de fevereiro, 2018 - 06h31 - Rainhas

O Rainha das Rainhas do Carnaval, é um evento anual que acontece no início do ano, mais precisamente no carnaval, na cidade de Belém, organizado pelas ORM. Tem como participantes uma representante por cada clube participante da capital paraense, por ano, cerca de 22 clubes participam do concurso. O certamente é um dos maiores concursos de beleza do Brasil, e o maior do Norte e Nordeste, atualmente o título pertence a Clícia Pinheiro do Paysandu.

História

Tendo sua primeira edição em 1947, criado pela família Maranhão então proprietária do jornal "Folha do Norte", na época o mais tradicional do Pará. Os irmãos Maranhão, proprietários do jornal, se reuniram com o jornalista Ossian Brito, decidiram então criar um concurso para ser usado para acalmar a briga política que havia entre os Maranhão e o então governador zacharias de Assumpção.

1ª Edição em 1947

O concurso aconteceu pela primeira vez na sede do Clube dos Aliados, tendo como convidado especial o governador do Pará. Na época, a ideia inicial de acalmar a briga política então deu certo: Foram acalmado os ânimos entre os Maranhão e um segmento da classe política. O Jornal "Folha do Norte" fez um grande marketing do evento, que a partir da li, passou a ser realizado anualmente, tendo como coordenador: Ossian Brito, ele decidiu então, que os jurados seriam pessoas "em trânsito" pela cidade de Belém, para que de forma alguma houvesse influencia no resultado final.

Léa Fiúza de Melo, vencedora do concurso em 1958 pelo Bancrévea, e Marluce Silva, Rainha das Rainhas em 1974 pelo Tênis Clube

1966-1967

No ano de 1966 o jornalista Rômulo Maiorana, que na época era presidente do grupo Liberal, adquiriu o jornal Folha do Norte e em 1967 o concurso muda totalmente de comando. O Rainha das Rainhas continuou com a chancela do jornal "A Folha do Norte", mas tendo como novo presidente o jornalista Rômulo Maiorana.

Maria Lúcia Chaves, Rainha das Rainhas pela Assembleia Paraense em 1948

1976

Em 1976, Rômulo Maiorana funda a TV Liberal - Afiliada da Rede Globo, e passou a transmitir o concurso ao vivo em televisão aberta.

1984

Neste ano, o concurso passa a ser realizado no Iate Clube do Pará, que tinha uma sede campestre monumental para a época, com amplos salões, camarotes e boxes para lanchas. Os boxes, então, foram transformados em camarins para as fantasias e este novo ambiente propiciou que as vestimentas das candidatas aumentassem de tamanho. Foi, então, que entrou em cena a música "Papaya", de autoria do tecladista Lafayette Coelho ("Lafayette e Seu Conjunto. 1976. Vol. 2) (música tema que prevalece até hoje no concurso). Quando as candidatas entravam no palco, para avaliação dos jurados, inicialmente se apresentavam sem música. Ao se dirigirem para a passarela, entrou, a partir de 1984, a ser reproduzida a música "Papaya", que passou a ser a música-tema do concurso.

Sheila Chady Pinheiro, campeã em 1978 pelo Pará Clube, e Renata Ferreira, Rainha das Rainhas em 1983 pela Assembleia Paraense

1991-1993

Em 91 a votação do júri passou a ser totalmente eletrônica;

Em 92 ho