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Pedreiro é assassinado a tiros em Marituba

Polícia ainda tem poucas pistas sobre o assassino


Por: Redação ORM News com informações de O Liberal Em 27 de março, 2017 - 23h11 - Polícia

Foto: Elivaldo Pamplona

O pedreiro Wesley dos Santos Teles, 31 anos, foi assassinado na noite desta segunda-feira (27) no bairro União, município de Marituba. A vítima foi baleada em via pública. O autor do crime conseguiu escapar e ainda não há qualquer indício que possa ajudar na identificação do homicida. A motivação também permanece um mistério. 

No local, a polícia teve dificuldades de coletar mais detalhes, inclusive, sobre a dinâmica do crime. Ninguém quis falar, por exemplo, se o autor do crime agiu sozinho ou contou com o apoio de comparsas. E ainda sobre qual veículo usado na fuga, se um carro ou uma motocicleta. 

De acordo com o sargento Lucas, da 3º Companhia do 21º Batalhão da Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 20h30, na esquina da avenida São Francisco com a rua São Cristovão. No mesmo perímetro, distante poucos metros, há uma semana ocorria também um outro homicídio. Assim como o crime de hoje, a vítima foi morta a tiros e com caraterísticas de uma execução. "Toda semana morre alguém por aqui. Marituba precisa de uma atenção das autoridades, porque a população está assustada", lamenta um morador, que reside próximo ao local em que ocorreram os crimes.

A esposa da vítima, que tentava proteger o corpo do marido da chuva, contou à polícia que Wesley trabalhava como pedreiro. "Ela disse apenas que ele era usuário de drogas. Não revelou mais nada, nem se sofreu alguma ameaça. Fui até a delegacia e lá depois de uma analise do nome da vitima foi constatado que ele nunca foi preso, não há antecedentes criminais", afirma o sargento Lucas. 

Diante da falta de informações, não há pistas sobre a autoria do crime ou uma possível motivação para a morte. O corpo da vítima foi removido e encaminhado ao Insitutito Médico Legal (IML). Além disso, uma equipe de peritos criminais do Centro de Perícia Cientifica Renato Chaves (CPC) e policiais civis da Divisão de Homicidios estiveram no local do crime, para dar início às investigações.