It-girl catarinense usa Chanel até para ir à faculdade

Casada com Alexandre Birman, CEO do Grupo Arezzo, ela conta que tem sapatos personalizados e outros modelos únicos


Por: O Globo Em 05 de agosto, 2015 - 14h02 - Moda

Johanna Stein Birman usa vestido Chloé, bolsa Chanel e sapatos Schutz - Miguel Sá/ Divulgação

Johanna Stein Birman, mulher de Alexandre Birman (CEO do Grupo Arezzo), está cada vez mais íntima da Chanel. Ela ainda não é uma fidèle, como a atriz brasileira Laura Neiva, a dj americana Leigh Lezark e a ex-modelo francesa Caroline de Maigret, mas esteve no desfile de inverno 2015/2016 da maison, durante a semana de moda parisiense, e já começou a posar para revistas com os looks desenhados por Karl Lagerfeld. Sem contar que é comum encontrar Johanna, seja pessoalmente ou virtualmente, com peças da grife.

— O que posso dizer é que a marca percebeu que eu estava sempre usando suas roupas e acessórios — comenta a loura, que não trocou palavras com Lagerfeld após o desfile, em março. — Mas os looks eram lindos. Ele é um showman.

Como toda íntima da marca, a catarinense não veste somente Chanel. No dia do nosso encontro, por exemplo, ela estava com uma bolsa da etiqueta da coleção de verão 2014, um vestido bem romântico da Chloé e sapatos da Schutz, que faz parte do Grupo Arezzo.

— As minhas marcas favoritas, além da Chanel, são Chloé, Céline e Valentino. Gosto de uma roupa de desenho limpo — avisa a moça, que confirma não fazer muito a linha femme fatale de Roberto Cavalli e Donatella Versace. — Não mesmo.

Casada com um designer de sapatos de mão cheia, Johanna Stein Birman, de 24 anos, entrega que sempre começa o look do dia a dia escolhendo o calçado. Na sequência, ela pega uma camiseta branca — que é praticamente o seu uniforme — e arremata a produção com algo da Chanel.

— Mas só se tiver um almoço na sequência — aponta a moça, que tem como ícone de estilo as atrizes Tilda Swinton e Cate Blanchett.

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Apesar de não fazer parte da equipe de estilo das etiquetas comandadas pelo marido, com quem tem duas filhas, Johanna dá seus palpites nas criações.

— Impossível ser diferente. Ele também pede a minha opinião — diverte-se. — Mas não tenho uma linha no grupo. O Alexandre daria muito pitaco. Seria uma guerra — acrescenta Johanna, que já ganhou sapatos com seu nome escrito na sola. — Foi numa ocasião especial. Também tenho modelos únicos, quase um sapato de alta-costura.



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