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Competidores desenvolvem mais de 200 projetos para o mercado

As três melhores ideias da maratona ganharão R$ 300 mil cada para serem levadas ao mercado. Competidores ainda têm 24 horas para produzir


Por: Redação ORM News com informações da Assessoria Em 03 de dezembro, 2014 - 15h03 - Negócios

O placar do banco de ideias do Grand Prix SENAI de Inovação apontava 277 projetos registrados no início da tarde desta squarta-feira (3). O resultado da produção dos 36 competidores confinados desde a tarde de ontem está impresso em cartazes e protótipos em 3D, espalhados pelas oficinas de trabalho de cada equipe. Ao final, os três melhores projetos selecionados ganharão R$ 300 mil para serem desenvolvidos e levados ao mercado. A exposição vai até amanhã (4) no WTC, em São Paulo.

Um dos resultados deste trabalho é a ideia do ‘Health Car’, carro saudável em tradução livre. A novidade consiste em um sistema de sensores instalado no volante que monitora os batimentos cardíacos do motorista e a pressão das mãos. “Se o motorista perder força, pode ser sonolência. Nesse caso, o volante treme e uma luz de alerta acende. Se os batimentos estiverem alterados, pode ser um infarto. Aí o carro diminui a velocidade e para”, explica Augusto Dttmann, 26 anos, aluno de mestrado em engenharia aeronáutica e mecânica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

O projeto é destinado a aumentar a segurança de motoristas profissionais ou de veículos pesados. Segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), um motorista profissional chega a dirigir 3 mil horas por ano e tem 12 vezes mais chances de sofrer um acidente que um motorista comum.

Uso racional da água – Outro destaque da competição foi o projeto de reutilização de água de banho. “Nós desenhamos um sistema de reaproveitamento de água do chuveiro que, em vez de descer pelo ralo para a rede de esgoto, é armazenada em um reservatório para ser usada na descarga de vaso sanitário”, conta Caio Costa, 25 anos, consultor na área de meio ambiente e energia do SENAI do Rio de Janeiro. Ainda pensando no meio ambiente, o bombeamento da água se daria por meio de energia solar, com placas de captação instaladas no telhado da casa.

Quem quiser, pode conferir o banco de ideias e votar nos projetos favoritos no site da empresa.