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Fiepa realiza estudo inédito sobre potencialidades dos fornecedores paraenses

Pesquisa começou no dia 24 de junho e se estenderá pelos próximos seis meses


Em 09 de julho, 2013 - 09h09 - Negócios

Um estudo inédito da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), através da Rede de Desenvolvimento de Fornecedores do Pará (Redes), vai identificar as potencialidades dos fornecedores do sudeste do Estado, região de maior demanda e investimentos associados à projetos industriais e minerais. A pesquisa começou no dia 24 de junho e se estenderá pelos próximos seis meses.

O estudo abrangerá os municípios de Marabá, Curionópolis, Parauapebas e Canaã dos Carajás. 'O Pará lidera os estados da Região Norte com o maior investimento. Vamos receber importante montante de recursos, os quais, em sua maioria são provenientes da iniciativa privada. Precisamos que os empreendimentos trabalhem em parceria com as empresas locais, pois nosso desenvolvimento depende da interiorização das riquezas. Não basta apoiarmos grandes projetos no sentido de facilitar a instalação em solo paraense. É preciso aumentar a interação desses com os fornecedores locais', enfatizou o presidente da FIEPA, José Conrado Santos.

 
'Esta iniciativa só fortalece ainda mais a atuação da REDES no sudeste do estado, uma vez que estaremos in loco diagnosticando para conhecer melhor a realidade e as potencialidades do empresariado. Nesta primeira etapa, vamos conhecer melhor a necessidade do fornecedor para posteriormente avaliarmos a aplicação de soluções para o seu desenvolvimento. Ressaltamos que todo o trabalho tem apoio das associações comerciais de Marabá, Curionópolis, Parauapebas e Canaã dos Carajás', sinalizou o coordenador técnico da Redes, Hugo Suenaga.

 
A Redes tem expertise no desenvolvimento de fornecedores visando a sustentabilidade econômica. Através das iniciativas da FIEPA/Redes, as compras locais realizadas pelas grandes indústrias aumentaram em 175% ao longo dos 13 anos de atuação. Em 2000, apenas 19% era adquirido das empresas locais e em 2012 esse número atingiu o patamar de 51% de consumo de bens e serviços locais.

Fonte: Redes