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16 de janeiro, 2013 - 19h05 - Pará

Mulheres de Ananindeua passam a produzir flores

Produção de flores tropicais inicia no mês de fevereiro


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Um grupo de 15 agricultoras do bairro Curuçambá, em Ananindeua, região metropolitana de Belém, deve iniciar a produção de flores tropicais já no próximo mês. A inclusão das mulheres da Associação de Hortifrutigranjeiros da Gleba Guajará na floricultura é uma iniciativa da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater). O trabalho começou em junho passado, visando à geração de renda com o artesanato.

O interesse das agricultoras por plantio e cultivo de flores surgiu após os cursos e oficinas ministradas pela Emater e pela Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), em outubro passado. Segundo a socióloga da empresa que atende as associadas, Regina Maura Herrera, excursões foram organizadas para que as mulheres se assegurassem da intenção de trabalhar com flores tropicais.

“Qualquer investimento precisa ser consciente. Em novembro, as agricultoras conheceram dois pequenos produtores atendidos pela Emater em Benevides. Assim, mostramos que é possível começar com pouco e vencer na floricultura, contando com apoio dos financiamentos”, diz. A meta é que, até ao fim deste ano, as associadas já estejam produzindo e comercializando as flores topicais, “respeitando o tempo de desenvolvimento de cada planta”.

Segundo Regina Herrera, a parceria com a Sagri será fortalecida, para que sejam doadas as mudas necessárias à produção. “Esperamos que em fevereiro já possamos tocar esse projeto”, diz a socióloga. “O trabalho com essas mulheres não para por aí. Ainda este ano retomamos os cursos e oficinas de artesanato, que é uma fonte de renda delas. Elas já sabem confeccionar abajur, bolsas e chapéu. O acompanhamento é mensal e tem dado resultados positivos”, conclui.

Fonte Agência Pará




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