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Investigações de atuação de bando de 'piratas' continua


Em 20 de maio, 2010 - 14h02 - Polícia



A Delegacia de Crimes Fluviais, unidade vinculada à DRCO (Divisão de Repressão ao Crime Organizado), prossegue as investigações sobre os integrantes de uma quadrilha de 'piratas fluviais', apontados como responsáveis por roubos contra embarcações.


Os flagrantes lavrados contra os acusados foram mantidos pela Justiça. As buscas a outros envolvidos com o bando concentram-se nas regiões de Abaetetuba e Barcarena, na região do Baixo-Tocantins. O trabalho, que resultou nas prisões, levou mais de um mês e envolveu o serviço de inteligência com autorização judicial.



As investigações contaram com apoio da Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas (DFRC), sob coordenação do chefe-de-operações, investigador Everaldo Souza da Silva, e dos policiais civis Barbosa e Celso. A operação foi deflagrada no dia 15 e contou com a equipe de policiais da Delegacia de Crimes Fluviais, sob comando do delegado Davi Nóbrega, e com apoio da escrivã Glória, e investigadores Jozias, Janair, Laércio, Jefferson e do motorista Moreira, e ainda com a equipe de policiais da DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes) formada peos investigadores Herlon, Edinaldo e Pinheiro). Os presos são acusados de atuar no roubo de cargas e embarcações nos rios da região.


Há inquéritos já instaurados pela DRCO para apuração de crimes cometidos pela quadrilha, principalmente, quando a participação dos membros da quadrilha identificados por Armando Pantoja de Souza, Manoel de Jesus Farias de Souza, de apelido 'Jogador', e Reginaldo da Silva Oliveira, conhecido por 'Regis'. Eles são considerados os chefes do bando e apontados como contumazes nas práticas criminosas. As investigações mostram que eles agiam de modo violento contra as vítimas. O delegado João Bosco Rodrigues, diretor da DRCO, ressalta que as investigações presseguem com vistas à prisão de outros membros do bando que já foram identificados. Os policiais da DRCO já procederam à transferência dos presos para uma unidade carcerária da SUSIPE (Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado.

 

Fonte: Polícia Civil