26 de junho, 2014 - Belém

A Copa mais cara da história está no Brasil!


Brasil faz a Copa mais cara da história

Dados do Tribunal de Contas da União indicam que os investimentos do Brasil em obras para receber esta Copa do Mundo chegam a R$ 26 bilhões (R$ 8,3 bi de financiamentos federais, 6,3 bi em recursos diretos federais, 4 bi dos estados, 1 bi dos municípios e 4 bi de outras fontes). Do total de 20 Copas, esta é a mais cara. Além da infra-estrutura construída, o que mais o país pode ganhar em resposta ao investimento?

A Copa é uma vitrine para o país-sede se mostrar ao mundo e atrair capital estrangeiro de empresas e turistas. Deve ser confirmada uma injeção de R$ 140 bilhões na  economia brasileira nos últimos quatro anos, conforme projeção da Fundação Getúlio Vargas e da multinacional consultoria Ernst & Young. Como legado cultural, os efeitos do intercâmbio, no contato com novos hábitos, e do foco da mídia mundial, oportunidade para os muitos protestos da sociedade civil.

Felizmente, até agora o Brasil causa boa impressão ao mundo nos diversos aspectos avaliados pelos visitantes. Ou seja, apesar da farra nos gastos, a Copa está valendo a pena para o país.

Thiago Potiguar: ascensão e decadência

Ao chegar para o Paysandu em 2010, Thiago Potiguar era apenas uma aposta. Foi campeão estadual como peça decisiva e virou “xodó” bicolor. Entrou em decadência, apesar de duas saídas para o futebol asiático e, mesmo como campeão de 2014, está sendo descartado pelo Remo. Aos 29 anos, disponível no mercado, o atleta tem contra si as evidências da decadência técnica e mau conceito profissional.

Thiago Potiguar não tem mais o potencial físico que o fez brilhar no Papão com grandes arrancadas e dribles em velocidade. No entanto, “queimou-se” no Remo insistindo em correr com a bola até perdê-la. É um jogador que precisa se “reinventar” se quiser voltar a fazer sucesso. Apesar de toda a rodagem, precisa aprender a jogar como peça de uma engrenagem, cumprindo função tática, fazendo a bola correr na troca de passes em vez de conduzi-la. Ou muda e volta a subir de cotação ou fica na mesmice e segue decadente.   

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