09 de outubro, 2013 - Belém

Ratinho e seus golaços no futebol paraense


Ratinho, o rei dos golaços no Pará
        
Dos 32 gols já feitos por Ratinho no futebol paraense, cinco estão na categoria de golaços. Pelo Remo, em 2012, na Série D, Ratinho acertou um voleio espetacular e mandou pra rede do Penarol, em Itacoatiara. O Leão perdeu por 4 x 1, mas o gol de honra foi uma obra prima de Ratinho. Pelo Cametá, no Parazão 2012, em Marabá, uma arrancada do meio de campo, driblando três adversários e um chutaço de fora da área, na vitória de 3 x 2 sobre o Águia, na decisão do 1º turno. Este ano, no Parazão, pelo Santa Cruz, chutaço da intermediária e um lindo gol contra o Remo no Mangueirão. Na Série D, pelo Paragominas, contra o Genus/RO, finalização de primeira em cruzamento de Aleílson e mais um golaço de Ratinho. Para coroar o rei dos golaços, um gol de bicicleta no amistoso do Remo contra o Castanhal.
        
Paranaense de Jaraguá, 33 anos (completa 34 no próximo dia 30), Cleverson Ribeiro Miguel está na terceira passagem pelo Remo (2008, 2012 e 2013). Tem 19 gols com a camisa azulina, além de três pelo Cametá (2012), oito pelo Santa Cruz de Cuiarana (2012/2013) e dois pelo Paragominas (2013). Total, 32 gols de Ratinho no futebol paraense. Pelo Leão Azul, Ratinho disputou o segundo turno do Parazão 2008, a Série C de 2008, a Série D de 2012 e quatro amistosos. Com seus 19 gols, é o segundo maior goleador azulino do período, superado somente por Marlon, que fez 25 gols, mas permaneceu no Baenão de 2008 a 2011 e fez o dobro de jogos de Ratinho.    
 

Águia deve perder posição sem jogar
        
O Sampaio Corrêa recebe hoje o Rio Branco, 'saco de pancadas' da Série C. Favoritíssimo para a vitória, o time maranhense deve subir para 32 pontos e superar o Águia, que ocupa a quarta posição com 31 pontos. Isso significa que o clube mabaense deve sair do G4 esta noite ao descer para a quinta posição.
        
Na prática, o fato de ser superado hoje pelo Sampaio Corrêa não muda a vida do Águia, que vai continuar dependendo de uma vitória sobre o Luverdense, domingo, no Mato Grosso, para se classificar. E já está livre da hipótese de rebaixamento.   
 
 
Efeito prático dos novos Estatutos

Por ter habilitado o novo Estatuto antes das eleições, o Paysandu já mudou as relações internas de poder, sem o velho atrelamento do Conselho Deliberativo à presidência do clube. Antes, pelo velho Estatuto, os associados elegiam uma chapa para o Condel e esses novos conselheiros não só elegiam o presidente do clube como se mantinham submissos a ele. Agora, as candidaturas ao Condel são individuais, o que dá independência e força política aos eleitos.
        
O Remo ainda está no velho sistema. Só deverá entrar na nova 'era' em 2015, já que terá eleições em novembro de 2014. Digo 'deverá' porque até agora o novo Estatuto remista ainda não foi registrado em cartório. Na prática, porém, o Conselho Deliberativo azulino já assumiu um comportamento mais incisivo, depois da renúncia de Sérgio Cabeça e ascensão de Zeca Pirão à presidência, sobretudo pela absorção de líderes da Assoremo à diretoria. No Paysandu, com o fim da submissão, o Condel está pesando muito mais sobre a gestão de Vandick Lima do que pesava nas gestões de Luis Omar Pinheiro, por exemplo. Isso é um avanço na estrutura organizacional, fruto do moderno Estatuto!