08 de agosto, 2012 - Belém

Givanildo de volta para fazer 25 anos de história no Pará


Givanildo, 25 anos de história no Pará

De aniversário hoje, completando 64 anos, Givanildo Oliveira arruma as malas para vir cumprir 11ª missão como treinador no Pará. Além de quatro no Remo, é a sétima somente no Paysandu, onde iniciou esta história sendo campeão paraense invicto em 1987, comandando Paulo Goulart; Paulinho, Nad, Marajó, Pedrinho; Alfredo, Oberdan, Luizinho das Arábias; Edil, Cabinho, Miguelzinho, além de Ernane Banana, Serginho, Kleber e companhia. Foi campeão estadua1 também em 2001/2002 pelo Papão e de 1993 pelo Remo. Foi campeão da Série B em 2001, da Copa Norte e da Copa dos Campeões em 2002. É por essa bagagem que o aniversariante do dia, Givanildo Oliveira, é tão lembrado por Paysandu e Remo, principalmente quando buscam um 'salvador da pátria'. E nessas emergências ele não tem sido feliz.
        
A simples confirmação de Givanildo já tem conseqüências na Curuzu, com renovação de ânimo e maior esmero de todos. Fica a esperança de que isso tudo resulte em melhor rendimento e vitória sobre o Cuiabá, sábado, para a tão esperada decolagem.    
 
 
Papão obtém documento da área do CT em Marituba
     
Ainda falta a aprovação da Câmara Municipal de Marituba, mas o Paysandu já tem o documento da área doada pelo Município para o futuro Centro de Treinamentos. A área de 90 mil metros quadrados fica no km 4,5 da Alça Viária, no bairro São João. O documento foi obtido por esforço do conselheiro Felipe Fernandes e será legitimado definitivamente quando o vereador Gordo encaminhar o processo de doação na Câmara. A partir disso, máquinas serão acionadas para a construção do Centro de Treinamentos.
      
Área igual foi oferecida ao Remo, que não se interessou, mesmo com insistência do prefeito Bertoldo Couto. O terreno disponibilizado ao Leão é ao lado do terreno do Papão.
 
 
Remo se atrapalha e perde dinheiro
       
Por perda de prazo, o Remo não conseguiu transferir o jogo contra o Náutico do Baenão para o Mangueirão. Pior para os torcedores, que vão pagar mais caro (arquibancada sobe de 15para 20 reais) e para o clube que perde a chance de alto faturamento.
       
Na tentativa de convencer a CBF, o Remo apelou até para a Polícia Militar por um documento da incapacidade do Baenão para o jogo. Atitude do mesmo Remo que se indignou no final de abril quando a PM vetou o Baenão para a decisão do 2º turno estadual, no jogo contra o Águia. Na ocasião, forçado a jogar no Mangueirão, o Leão ganhou o jogo e lucrou R$ 236 mil. Domingo, pela própria lambança, o clube deixa de ter 30 mil pagantes para ficar no limite de 12 mil torcedores. Prejuízo estimado em R$ 150 mil pelo próprio clube. Esse é o Remo!

 

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