25 de junho, 2012 - Belém

Leão na Série D: uma estreia que não poderia ser pior


 

Uma estreia que não poderia ser pior        


'Faltou vontade. Eles tiveram mais gana que nós'. Essa avaliação de Flávio Lopes traduz a apatia do Remo na vexatória estreia na Série D, goleado pelo Vilhena por 4 x 2. A derrota tem o agravante moral dos improvisos do adversário, que montou um time em cima da hora e se impôs pela bravura.          


Além da derrota, os remistas ainda ouviram gritos de 'olé'. A estreia não poderia ser pior, pelo resultado e principalmente pela conduta apagada do time azulino. A obstinada busca pelo acesso à Série C já tem um alerta lançado. Em débito, o Leão Azul vai receber domingo, no Baenão, o Penarol/AM, que teve uma estreia pior ainda, perdendo em casa para o Atlético Acreano por 3 x 1.                                         

 


Dois jogos internacionais em Belém        


Na quinta-feira da próxima semana, quatro dias depois de enfrentar o Penarol/AM, em Belém, o Remo vai fazer amistoso organizado pelo Comitê Mundial da Paz (ONU), provavelmente contra a seleção do Haiti. Se não for a seleção haitiana (depende de uma questão burocrática), será outra equipe estrangeira. Um evento para divulgar a candidatura do pastor brasileiro Gilberto Marques de Souza, da Assembléia de Deus, ao Prêmio Nobel da Paz 2012. Além do futebol, show gospel na mesma programação, no Mangueirão, dia 5 de julho. 12 dias depois, novamente no Mangueirão, Remo x River Plate do Uruguai, em amistoso que terá a presença de Marcelinho Carioca jogando um período por cada equipe. Esse jogo do dia 17 vai preencher uma folga do Leão na tabela da Serie D. Além da vantagem financeira imediata, os dois amistosos internacionais darão perspectivas comerciais e o intercâmbio sempre proveitoso.                                       

               

 

Thiago Potiguar, um caso à parte na Curuzu        


Ano passado, quando Thiago Potiguar transferiu-se para o Henan Jyianie, da China, o técnico Sérgio Cosme disse que o Paysandu passaria a jogar mais taticamente. Explicou que o time jogava em função de Thiago Potiguar pelo fato de o atleta ser decisivo, porém sem qualquer disciplina tática. Como não assimila as orientações, tem que jogar livre de funções específicas. Roberval Davino fez essa descoberta cansando-se de cobrar do atleta. Percebeu que Potiguar é um caso à parte. Muito útil pela qualidade individual, por ser peça decisiva, desde que seja explorado dentro da sua singularidade. E assim será!

 

 

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