21 de junho, 2012 - Belém

Acabou a espera! Leão vai a campo pela Série D neste domingo


 

Por enquanto, só os azulinos saem do marasmo        


Ufa! Finalmente a bola vai rolar. Por enquanto só para o Remo, domingo, na Série D. Mas Paysandu e Águia devem ser acionados no outro domingo, na Série C. Afinal, a resistência do Treze/PB está se esgotando.         


Pelo estágio do Vilhena, que está remontando o elenco à última hora, o Remo tem significativas possibilidades de voltar vitorioso de Rondônia. Duas semanas depois de mostrar limitações físicas e sofrer derrota no Re-Pa (3 x 0), o time remista evoluiu ao nível apropriado de competição e só precisa de ritmo de jogo, conforme avaliação da comissão técnica. O atraso de quase um mês na Série D caiu do céu para o Leão Azul, que começou o trabalho com atraso e mudou meio time. Todos os atropelos acabaram sendo favoráveis, providenciais para o time de Flávio Lopes.                        

 


Fábio Oliveira a 11 gols de um recorde       


Com os 22 gols que fez pro Remo na Série B de 2007, Fábio Oliveira já detém o recorde da maior artilharia paraense num só campeonato nacional. O segundo é Robgol, com 21, na Série A de 2005. Fábio Oliveira, que completa 38 anos em julho, precisa de mais 11 gols para se igualar a Alcino e Mesquita, autores de 33 gols, cada, com a camisa azulina, no campeonato brasileiro.       


Em números acumulados, Ageu Sabiá é o maior artilheiro do Pará em campeonatos nacionais. Marcou 48 jogos jogando pela Tuna, Remo, Paysandu e Tiradentes, de 1989 a 1999. O segundo é Edil, com 37 gols, pelo Paysandu, Remo, Tuna e Castanhal, de 1987 a 2000. O terceiro é Mesquita com 35 gols (33 pelo Remo e 2 pelo Paysandu), de 1975 a 1984. O quarto lugar é dividido por Alcino e Zé Augusto, ambos com 33 gols.        


Alcino fez todos os seus gols pelo Remo, de 1971 a 1975. Zé Augusto permanece em atividade, no Paysandu, onde joga desde 1996. Zé Augusto, 38 anos, é o maior goleador do Papão em campeonatos nacionais, com 32 gols. E fez mais um pela Tuna em 1999.              

 


Seleção do Pará, uma provocação aos leitores       


Já imaginou como você escalaria uma seleção  paraense, incluindo os atletas que jogam fora do Pará? A questão surgiu esta semana num bate papo do colunista com amigos. Resolvi explorá-la junto aos leitores. Escale sua seleção e envie para cferreira@oliberal.com.br.        


Alguns nomes para início de avaliação. Goleiros: Paulo Rafael (Paysandu) e Paulo Sérgio (Caxias/RS); laterais: Yago Pikachu (Paysandu), Cicinho (Ponte Preta), Pará (Grêmio), Marlon (Criciúma), Welington Saci (Vitória), Rayro (Santa Cruz de Cuiarana); zagueiros: Thiago Costa (Paysandu), Pedro Paulo (Joinville), Charles (Santa Cruz de Cuiarana), Perema (São Francisco); Dadá (Red Bull/SP), Chicão (Santa Cruz/PE), Jhonatan (Remo), Ricardo Capanema (Paysandu), Analdo (Águia); meias: Paulo Henrique Ganso (Santos), Rogerinho (Ceará), Leandrinho (Paysandu), Flamel (Águia), Abuda (Vasco); atacantes: Lima (Braga/Portugal, em vias de transferência para o Porto), Cléo (Fortaleza), Thiago Alves (Boa Esporte), Beto (Persipura/Indonésia), Welington (Spartak/Rússia), Leandro Cearense (Cuiabá), Rafael Oliveira (Paysandu), Wando (Águia), Marcelo Maciel (Remo), Jeda (Novara/Itália), Silas (Capivariano/SP), Jobson (Barueri).           


Com bases nesses e em outros nomes que você queira acrescentar, escale a sua seleção genuinamente paraense e envie para o colunista.                         

                          

      

Gerência de segurança       


Quase dois meses depois da saída do coronel Cláudio Santos, o Paysandu anunciou ontem o coronel Joaquim Souza como seu novo gerente de segurança. No Remo a função é do advogado Marco Antônio Magnata, com uma assessoria militar.        


É incumbência da gerência de segurança tratar no clube das questões do Estatuto do Torcedor, especialmente junto à Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Conselho de Engenharia Civil. Essas instituições desconhecem a existência dessa gerência no Águia. Explica-se, assim, o drama do clube marabaense, que à última hora implora por vistoria no estádio Zinho Oliveira e corre o risco de cumprir os primeiros mandos de jogos em Belém. Ontem o presidente Sebastião Ferreira chegou a anunciar que o Águia desiste da Série C se for obrigado a jogar em Belém, como se isso fizesse diferença para a CBF, como se a culpa não fosse do próprio clube com  perda de prazos. O estádio é da Prefeitura de Marabá, mas caberia ao gerente de segurança do clube (se houvesse) agir para que os prazos não fossem perdidos.

 

 

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